Crenças Limitantes Ancestrais

Quem nunca ouviu e repetiu uma?

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Tem tanta gente sem ter nada para comer e você está fazendo cara feia.
Come tudo e sem fazer cara feia.
Olhe para o céu e agradeça, pois tem gente que tem muito menos que você.
Quem já não ouviu ou presenciou alguém falando isso?

Hoje falaremos sobre:

 Crenças Limitantes Ancestrais

Gerações e gerações se passaram e pergunto-me quando foi que se originou a primeira crença limitante que mesmo após catástrofes, vendavais, maremotos, placas tectônicas descolando-se, raças surgindo enquanto outras submergem aos livros e rodas de histórias.

Não importa quanto tempo tenha se passado ou por quantos povos tenha percorrido, as crenças limitantes são verdadeiros guerreiros e peregrinadores.

Estou no sul da Itália e mesmo aqui a km de distâncias do Brasil, encontro pessoas que repetem as mesmas frases já ouvidas anteriormente pelos meus pais, pais dos meus pais, pais dos meus amigos, vizinhos, colegas, conhecidos e até desconhecidos.

A âncora que firma em qualquer mar, não importa o tamanho da embarcação ou o vento que sopre, quando ancora a Crença da Ancestralidade toda e qualquer mente para.

O impacto é tão grande que todos os filamentos neurais entram em colisão, uma linha lucida passa a viver em meio a tamanha nebulosa que nada se processa naquele momento.

Crenças essas, que tem tamanho poder de se enraizar na massa cefálica a ponto de durar centenas e milhares de anos luz na face da Terra; até parece aquela cena de quando duas pessoas que não se veem a anos se encontram – em slowmotion – é a crença se conectando com os registros do DNA, a caixa de pandora foi aberta e todos os males se espalharam nas entranhas do ser.

Pode parecer meio dramático ou até fantasioso de mais; mas na real, é algo muito sério de se pensar.

 Propagadores de crenças, é o que somos. Disseminamos conteúdos com base em nossa própria vivência; isso por que não desenvolvemos a habilidade de pensar, refletir e distinguir o que realmente possui de valor para nosso ser.

Acreditamos tanto no grande herói, pai e mãe, que não conseguimos não repetir costumes – na maioria tenebrosos para o desenvolvimento humano – vivenciados com eles. Sem contar os trejeitos, comportamentos, escolhas, opiniões... opiniões são as piores, utilizamo-nos das opiniões de nossos heróis pais e mães, e quando não são esses os personagens nos refletimos naqueles que nos caem no afeto e bom gozo na vida, que nem nos perguntamos, não nos questionamos qual a fonte de tal opinião, apenas nos atemos a referência prima, ignoramos por completo da fonte a qual eles se basearam.

Vivemos num mar de crenças e padrões espalhados pela imensidão dessas terras como ervas daninhas, que por mais que tentemos arrancá-las, insistem em nascer no mesmo lugar e com um pouquinho de folga nas terras adjacentes.

É uma loucura de limitações. Tomadas de decisões tornam-se vulgares diante tamanha ignorância. Oportunidades são além de perdidas, destroçadas na linha temporal evolutiva. Pode-se dizer que é uma calamidade pública tamanha utilização de crenças e padrões limitantes, de puro aprisionamento mental, emocional e de identidade.

Cada homem em sua originalidade possui poderes, valores, sabedoria e tudo isso se resume em crenças quando não utilizado de maneira natural.

Viver a essência da pessoalidade, a característica natural de um indivíduo é o ato de maior liberdade, felicidade e plenitude que um ser pode alcançar em sua vida.

Imagine só... em um lapso de transformação pessoal, que refletirá como, planetária, se o indivíduo vivesse este estado de regozijamento contínuo, constante em sua história?

Chegaríamos no que chamo de construir um mundo melhor para pessoas melhores ainda.

Parece-nos uma utopia, só que eu acredito na materialização desta utopia. Está muito mais próximo de se realizar do que imaginamos. O tempo de iniciar esta mudança é agora.

Nada pode sair deste destino do romper do véu. E só depende de uma pessoa... Você!

Tudo que aconteceu na história multiversal, expandiu-se a partir do despertar da percepção de um único indivíduo, que em sua pura essência de ser, despertou naqueles que convivia a beleza de sua identidade original. A partir deste ponto podemos compartilhar do melhor que existe em cada ser, sem a necessidade do plágio, da cópia, do clone.

Podemos alcançar o mais alto padrão social de expressão da verdadeira identidade.

Sim a sua verdadeira identidade.

Quem brilha aí dentro e que se expressa aqui fora?

Enquanto existir a dubiedade, viveremos a inverdade e deixar-nos-emos aprisionados as crenças limitantes de nossa ancestralidade.

Para evitar a continuidade deste caos, convido você a fazer essa reflexão, e todas as vezes que de alguma maneira for se expressar, reflita antes se realmente está transmitindo o seu valor ou a crença que lhe machucou, e acredita inconscientemente que a passando adiante atenuará sua dor enclausurada em montanhas de sensações represadas.  

Vamos, cada um em seu papel, na busca do resgate da verdadeira identidade, viver e expressar o que há de melhor em cada um de nós.

Se quer de alguma maneira expressar a sua verdade através da sua arte única e intransferível, venha fazer parte desta trupe de artistas que caminham em resgate de sua identidade e expressão do DNA da Alma.

Grato por existir!

Trivah

Pergunte-me como fazer parte desta trupe!