Empatia X Antipatia

É coisa da cabeça ou acontece de verdade?

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Será que tem alguma chance de você já ter se perguntado: Qual a razão de existir pessoas que, mesmo sem fazer nada, passam um ar de antipáticas?

Ao longo da nossa caminhada por essas terras conhecemos milhares de pessoas, muitas delas gostamos logo de cara, simplesmente nos simpatizamos e pronto, a pessoa não precisou fazer nada, gostamos só por ela existir. Sua presença é agradável, seu sorriso, sua aura, sua energia. Até parece que nos conhecemos a milhares de anos. Sintonia total; queremos nos manter próximos, mesmo que calados.

 

Agora, também nos deparamos com pessoas que são insuportáveis só de adentrar no ambiente, apresenta-se com um sorriso amarelo, seus olhos, nem sob a luz brilham, a energia do indivíduo passa ser repugnante. Aonde entra, por onde passa o caos se instala; causa um incômodo que não sabemos de onde se origina. Por algumas vezes até parece que é legal, mas no geral a coisa fica preta.

 

Acredito que você já tenha passado pelas duas cenas acima. Aí vem a pergunta. Quais as razões de tais cenas instalarem-se no cotidiano da grande maioria?

 

Para explicar sobre isso, terei que adentrar num assunto mais profundo.

A ligação que criamos com o habitat está relacionado com tudo que produzimos em nosso interior; entendesse interior, emoções, pensamentos e códigos provindos dos neurotransmissores emitidos pelo nosso organismo, os quais correspondem aos padrões e costumes em nosso cotidiano.

 

Existe um conjunto de neurotransmissores responsáveis por regular nossa tríade de auto gratidão, nosso estado de liberdade, felicidade e plenitude.

Eles são produzidos de acordo com os valores e crenças que alimentamos. O que estamos acostumados a ouvir, ver, sentir e principalmente dos resultados que adquirimos. Quando não praticamos exercícios adequados, não temos boa alimentação, não nos relacionamos com afeto, não temos o costume de sorrir, quando nos falta a prática de apreciar obras de artes, ler um bom livro e ouvir boa música, diminuímos a quantidade desses neurotransmissores em nosso cérebro e corrente sanguínea, e é justamente por essa razão que conseguimos sentir a ressonância ou a dissonância com outras pessoas.

As pessoas que tem o costume do que chamamos de boas práticas, logo nos caem no afeto e suas companhias tornam-se agradabilíssimas.

Do contrário o efeito respeita o fluxo, o que torna a convivência, mesmo que em um curto espaço de tempo, aterrorizadora.

 

Cada neurotransmissor está ligado às inteligências e esferas da consciência, por essa razão, quando temos o costume de definirmos nossos Ciclos do Propósito baseados em valores e não crenças e padrões, acionamos os neurotransmissores com maior regularidade, o que torna a vida muito mais agradável.

 

É por esse é outros motivos que aconselhamos a prática dos Ciclos de Propósito, a criação dos seus códigos de honra e boas práticas diárias.

Deixe o velho e ruim para trás e cultive relacionamentos de valor, pensamentos que constroem, sentimentos que alimentam e práticas que motivam.

Viva o belo e plante sementes que florearão ao invés de esperar que lhe tragam flores ao seu jardim.

 

Grato por existir!

Trivah